A crise no Boca Juniors





Ontem depois de vinte e cinco anos, o Argentino Juniors foi campeão argentino. Time que revelou Maradona para o futebol, que não deve ter gostado nada do seu time de coração, o Boca Juniors, ter terminando o campeonato em décimo sexto lugar. 

É grande a crise que assola o Boca. Conhecido pelo seu sucesso em competições continetais e pelo seu estádio que pressiona adversários, o Boca está sem técnico há três semanas, e já descartou suas oito primeiras opções para o cargo . Segundo a imprensa argentina, o motivo para tamanha rejeição é a crise interna que afeta o clube desde o início do ano. 


Palermo e Riquelme admitiram no início de abril que não se entendem fora dos gramados. Os dois trocaram farpas através da imprensa e o elenco acabou rachado em duas panelas. Além disso, Palermo ainda enfrenta um problema com a ex mulher por causa de dinheiro de separação. A ex mulher acusao de esconder dinheiro no Uruguai para não  dividir os bens corretamente. 

Uma semana antes, Abel Alves já havia sido demitido, em parte por não saber lidar com os egos dentro do grupo. Sem técnico, a solução passou a ser especulada: a saída tanto de Riquelme como de Palermo.

O sonho do Boca é Carlos Bianchi, que está praticamente descartado. Outro cogitado é Jorge Fosatti, do Inter-RS. Segundo apurou o LANCENET!, ele chegou a ser sondado no início do ano. O mais provável é que o interino Pompei fique até o fim da Copa.

Vamos combinar que um clube que contrata o Luis Alberto, ex Flu,  como o Boca contratou para salvação da defesa não pode estar muito bem assessorado. Conclusão? O cara já veio emobra de lá e o Boca tomou mais gol que o Fluminense no campeonato brasileiro do ano passado enquanto ele jogava por lá.

Mas o Boca é um time grande e irá se acertar. Provavelmente ele não estará tão enfraquecido como está agora. 



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