Principais times dependem de valores individuais para avançar na Copa





Neymar

Muito se fala no Brasil da "Neymardependência", já que a Seleção depende muito de seu craque jogando bem para conquistar resultados dentro da Copa do Mundo. E os números confirmam isso: dos 8 gols brasileiros, 4 foram de Neymar, 50% dos tentos da Canarinho. O camisa 10 ainda não deu assistências.

Mas nossos rivais (e possíveis rivais) até a final da Copa não são muito diferentes. A Colômbia, adversária brasileira nas quartas-de-final, marcou 11 gols e 7 contaram com participação direta de James Rodriguez (5 gols e 2 assistências), cerca de 64% dos gols da seleção cafetera.

Os alemães e franceses, adversários que o Brasil deverá encarar na semi-final caso passe pela Colômbia, Benzema e Mueller são os jogadores que mais fazem a diferença por suas respectivas seleções. Dos 10 gols franceses na Copa, 5 contaram com participação direta de Bezema. Foram 3 gols marcados e 2 assistências do craque dos Les Bleus. Já pelos germânicos, dos 9 gols marcados na Copa, 6 contaram com participação direta de Mueller: 4 gols e duas assistências, quase 67%.

Mas o time que mais dependeu de seu craque na primeira fase foram nossos hermanos argentinos. Dos 7 gols marcados pela albiceleste, 5 tentos contaram com participação direta de Léo Messi: 4 vezes considerado o melhor jogador do planeta, ele já marcou 4 gols e deu uma assistência, nas oitavas-de-final, contra a Suíça, no final da prorrogação. Isto significa que impressionantes 71% dos gols argentinos saíram dos pés de Messi.

Na Bélgica, uma surpresa aparece como o valor individual que mais desequilibrou: De Bruyne, do Wolfsburg, participou de 3 dos 6 gols dos Diabos Vermelhos: um gol e duas assistências, ou seja 50% dos gols da equipe.

Robben, pela Holanda, também desequilibrou, mas a Laranja Mecânica não dependeu tanto de seu craque: dos 12 gols marcados pela equipe (a mais artilheira da Copa até agora), 4 contaram com participação de Robben: 3 gols e uma assistência, quase 34%.

A Costa Rica foi a equipe que melhor dividiu o protagonismo durante a Copa: dos cinco gols da equipe, três jogadores participaram de forma direta em dois: Bolaños deu duas assistências, ao passo em que Campbell deu uma assistência e fez um gol, já Bryan Ruiz marcou dois gols e não deu assistência para nenhum de seus companheiros.



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