Conheça a Ginástica de Trampolim




Ginástica de Trampolim

A ginástica de trampolim, conhecida também como trampolim acrobático, é uma prática recém-incluída no hall dos esportes olímpicos. Isso aconteceu apenas no ano 2000, nos jogos olímpicos de Sidney, na Austrália. Mas não é uma modalidade esportiva criada há pouco tempo.

A ginástica de trampolim foi inventada em 1936 pelo norte-americano George Nissen. Ele, que era ginasta, construiu uma cama elástica portátil e saiu pelos Estados Unidos para divulgar o esporte. A modalidade foi bastante difundida nas décadas seguintes, atraindo público e novos praticantes. Na década de 1980, a ginástica de trampolim era cotada para fazer parte do programa olímpico, mas devido a um grave acidente, que tornou uma atleta tetraplégica, o COI decidiu esperar mais um pouco para inserir o esporte nos Jogos. A estreia só ocorreu em Sidney-2000.

Principais regras

Há disputas de medalhas no individual masculino e no individual feminino em Jogos Olímpicos. As competições ocorrem em locais cobertos, com altura mínima de oito metros. As áreas ao redor do trampolim devem ser revestidas por piso de borracha.

O trampolim tem suporte metálico recoberto por uma rede de náilon ou fibra, com 6mm de espessura para que os choques sejam absorvidos. O trampolim tem 5,050m de comprimento e largura de 2,910m. A rede tem comprimento de 4,280m e largura de 2,140m. A zona de salto deve ser marcada no meio da rede.

A arbitragem é composta pelo júri da competição, júri de arbitragem, árbitro superior, cinco árbitros de execução, dois árbitros de dificuldade e chefe de anotadores. A avaliação dos quesitos execução (forma, consistência de altura e controle) e dificuldade é realizada numa escala de 0 a 10 pontos. Os árbitros registram suas deduções sobre cada apresentação de forma independente. Caso seja considerado que um árbitro falhou ao julgar determinado atleta, o árbitro superior decide se tal nota deve ser substituída, ou não, pela média das notas dos demais árbitros.


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